Comparativo de velocidade entre Fibra de cânhamo e Loctite 55

Todo sistema de estanqueidade para uniões rosqueadas tem como princípio algum material para preenchimento da folga existente entre os filetes das roscas macho e fêmea.

O método mais antigo que se tem notícia, é a utilização de fibras de cânhamo conjuntamente com uma pasta à base de óleos. A pasta não apresenta nenhum tipo de cura e tem como único objetivo a lubrificação da rosca, facilitando operação e preservando as fibras.

Embora esta técnica seja muito difundida, ela não é adequada para instalações destinadas ao transporte de água de consumo humano, já que o cânhamo é suscetível ao crescimento de microorganismos e portanto não se adequa às regulamentações para contato com água potável.

Além disso essa fibra possui baixa elasticidade, o que demanda um alto torque de rosqueamento, tornando o sistema inviável para roscas plásticas, que podem se partir se a força de aperto for excessiva. E depois da montagem pronta, também não é possível reposicioná-la. Isso aliás é uma desvantagem também das vedações com fita PTFE.

Para quem está aberto a experimentar novas tecnologias, uma alternativa que realmente proporciona um trabalho bem mais limpo e prático, é o fio veda roscas Loctite 55. Se você ainda não conhece, vale a pena assistir à este vídeo, que além de um tutorial de aplicação, também faz um interessante comparativo em tempo real entre uma conexão roscada sendo vedada com cânhamo e pasta versus a mesma conexão sendo selada com o fio veda roscas.

No mesmo vídeo também é feita uma comparação do reposicionamento entre ambas e também a fita de PTFE.

Comparativo de reposicionamento entre fita PTFE e Loctite 55

Além dos aspectos referentes à performance, outro diferencial que esta tecnologia traz é sua certificação de segurança para uso com água potável, testada e aprovada conforme as normas da NSF e KTW, entre outras.