correias width=
 

Na instalação de uma correia transportadora, a direção dos lados da cobertura superior e inferior é um dos primeiros aspectos a serem considerados. Comumente, a correia transportadora é enrolada na fábrica com o lado de transporte para fora. No mesmo alinhamento e em cavaletes de sustentação, o rolo deve ser posicionado junto ao tambor de retorno, fazendo com que a correia desenrole saindo por cima.Ao puxar a correia para o transportador, o rolo virará para direção oposta à indicada pela seta nas caixas.

Se for necessário substituir a correia por uma nova, a correia antiga é apertada e cortada e a nova é emendada à extremidade dianteira da correia velha. Para deixar o acabamento perfeito e mais resistente, você pode utilizar um produto à base de uretanos para reparo de correias. Fixa-se placas em suas extremidades, prende-se ao gancho do cabo de aço e puxa-se ao longo do transportador através de um trator. O motor de acionamento do transportador é usado para puxar a correia nova enquanto o dispositivo de reboque arrasta o cinto antigo e fornece tensão de folga para o tambor de acionamento do transportador. É muito importante assegurar que o lado de transporte do transportador esteja colocado para cima, se estiver puxando para o topo, ou para baixo, se estiver puxando para o retorno.
Correias
O local de carga de qualquer transportador é quase sempre um ponto decisivo para o funcionamento da correia. Aqui, o transportador recebe maior abrasão e muito impacto. O ideal é fazer com que o material passe do chute para a correia na mesma velocidade e direção de deslocamento com o mínimo de impacto possível.

O correto posicionamento do chute (também conhecido como bica de descarga) também é essencial para assegurar o correto aporte de material a ser transportado e guiá-lo para a correia transportadora de modo homogêneo para que não haja transbordamento. Em relação ao tamanho do chute de carregamento, a largura da extremidade que recebe o material deve ser grande o suficiente para que ele seja depositado deitado e a inclinação é determinada pela natureza do material, sua velocidade de entrada e comprimento do chute.

A saia da placa deve ser usada para centralizar e regular o carregamento enquanto ele deixa o ponto de carga. Elas são, geralmente, 4 ou 5 vezes a largura da correia, mas podem variar consideravelmente devido à velocidade da correia, tipo e tamanho do material.

Os chutes em formato curvilíneo permitem que o material entre em contato com a correia de modo mais suave, com altura mínima de queda e com menos turbulência. Minimizam o atrito e os danos causados pelo impacto. Geralmente são mais caros que os chutes convencionais, mas o investimento é válido e são recomendados tanto para transportadores novos quanto para os que já existentes.

É importante verificar a relação custo e benefício para assim escolher o modelo mais apropriado às suas necessidades.

chute convencional versus chute curvado

Chute convencional versus chute curvado